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@TUAL
6 e 9 de fevereiro de 2003
Jaú???
Alguém conhece essa cidade? É um pouquinho maior que Catanduva, mas não melhor, nem pior, tão boa quanto. A diferença é que por lá escreve um escritor de cá: eu! E, para fazer dez carros alegóricos, o nosso prefeito contratou cinco profissionais de lá e nenhum de cá. Por que? Por que será?
Belloti ganha liminar
O presidente da OAB ganhou na Justiça o direito de não pagar as taxas de conservação de acesso, coleta de lixo e combate ao incêndio. Parabéns! Foi um grande ato de cidadania. Não tem como estender essa grande vitória aos cidadãos catanduvenses? Se não, oriente. Estou refletindo, não seria uma ação para o Ministério Público?
@tual de domingo
A edição de domingo está genial. Tem duas fotos do Félix tiradas pelo Marcelo que merecem ser vistas. Se não viu procure alguém que tenha., vale a pena.
Fome de Fama zero
O prefeito cara de pau está tentando entrar de carona no projeto Fome Zero do Lula. Incrível, ele quer transferir o grande prestígio do Lula para si, como se fora possível. E ainda admite que não sabe o que fazer, mas já está recebendo doações de alimentos. Genial foi ouvir o prefeito dizer que não consegue dormir por saber que tem quem passe fome em Catanduva. Ué! Não é por causa do Zé? Prefeito, estude melhor o programa do Lula e copie melhor.
Entusiasta
O Félix declarou em entrevista, justificando as mudanças (reforma administrativa?), que para se trabalhar no serviço público é preciso ter entusiasmo (igual ao do prefeito?). Porém, ele deu ama grande gafe ao dizer que “às vezes um secretário se acomoda, então é necessário até que mude ele de local”. Referir-se-ia à Ana Paula e ao Nilton? Acomodados... Se o chefe falou, está falado.
O pior carnaval.
Ao que parece, teremos o pior carnaval que Catanduva já teve. O prefeito Félix Sahão plagiou o Lula e adotou, como tema do Carnaval de 2003, o título “Na Batida da Esperança”. “Nossa homenagem vai celebrar este momento histórico”, afirma Félix. Coitado do Lula, merecia uma homenagem melhor. E Catanduva um prefeito melhor.
Monize
Esta moça, inteligente, linda e esforçada, do @tual, além de escrever notícias. O que talvez ninguém saiba é que ela, quando estudante, juntamente com seu grupo, fizeram uma entrevista em vídeo para concorrer em um concurso estadual. Conseguiram o terceiro lugar. Ela era a entrevistadora. E eu o entrevistado. Muito sucesso, tão brilhante quanto sua simpatia.
Professeur Lula
Que coisa! Depois de passar anos sem ver jornais estrangeiro, aproveitei a viagem do Lula para rever alguns. No Le Monde, além da notícia, teve até editorial e, acreditem (meu francês é bom), tinha referenciava o presidente como professeur Lula. É mole? Um eleitor comentou que espera que o Lula resolva logo os problemas do mundo para poder resolver os do Brasil...
O martírio do Marcílio
Parece incrível. O Marcílio foi ao sindicato explicar o absurdo que era aceitar o projeto que o Félix estava enviando à Câmara. O vereador foi recebido por diretores, escoltados pelo advogado. Será que ficaram com medo do Marcílio? Não teve acordo. Queriam o projeto do jeito que estava e orientaram as professoras que a oposição era bandida. Isso é incrível! Mais incrível é uma categoria que aceita uma direção que age contrariamente aos próprios interesses.
4% não!
Os secretários de Governo e da Fazenda de Ribeirão Preto receberam os integrantes da Comissão de Negociação do Sindicato dos Servidores Municipais (SSM-RP) e ofereceram 4% de aumento, retroativo a 1º de janeiro, e a manutenção do abono de R$ 50 até o início de 2004. Os representantes do funcionalismo recusaram o percentual e avisam que, além de não apresentar a proposta à categoria, só discutirão aumento com base no Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que no ano passado registrou pouco mais de 12% de inflação.
E por aqui...
É de uma timidez surpreendente a atuação do sindicato dos funcionários públicos municipais. A atual direção foi eleita contra a forte campanha que o Félix fez colocando assessores dos cargos de confiança trabalhando para outro candidato. Esperava-se uma grande atuação desse pessoal. Mas o que se vê? Nada! E diante de atrasos de salários, cestas básicas, etc. Festejaram um abono como se fosse a descoberta do “Big Bang” e esquecem que os funcionários estão sem reajuste há 7 anos. Reajuste! Não estou falando de aumento de produtividade que o salário mínimo recebe. Já passou da hora de aprender a negociar. Ou então que entreguem o chapéu.
Elias
O morador reclama, “é uma pouca vergonha as ruas do Jardim Amêndola”. Nas ruas São João da Boa Vista, Nações Unidas e Birigui têm muito mato, buracos e água parada. Não há passagem de um lado para o outro. Quando o Félix retorna das merecidas férias?
Comer melhor - II
Para prevenir osteoporose que resulta em problemas na coluna, nosso organismo necessita de muito cálcio. Isso significa, no mínimo, quatro porções diárias de alimentos como leite desnatado, queijo ou iogurte. As estruturas ósseas necessitam também de magnésio, presentes no arroz integral, espinafre e brocoli.
Para ter uma pele menos seca, não é preciso de creme somente, basta comer o que realmente faz bem para a pele. A vitamina A ajuda o corpo a produzir queratina, que protege a pele. Portanto, temos que comer cenoura, damasco e batata doce, entre outros. Evite suplementos, o excesso faz mal à saúde.
Alckmin
A maioria dos Estados brasileiros passa por dificuldades, e muitos recorrem à União para rolar dívidas, São Paulo pode se orgulhar de viver uma situação financeira estável e saudável. O governo está com as finanças totalmente equilibradas. Não gastamos nem um centavo a mais do que arrecadamos; o déficit público é zero. São Paulo dá um exemplo ao Brasil de que é possível, sim, equilibrar as contas públicas; recuperar as finanças do governo, sem aumentar impostos, sem mandar a conta ao contribuinte, que é o modelo mais confortável, mas não é o melhor. Pelo contrário, reduzimos os impostos de mais de cem itens, entre produtos fabricados e serviços prestados. Palavras do governador.
Para o Félix aprender
Com menos imposto, o dinheiro fica na mão do contribuinte, ativa a economia e gera mais emprego. A contenção de gastos também é de importância fundamental, porque, economizando dinheiro público, respeitando o dinheiro dos impostos que a população paga, aumenta-se a capacidade de investimentos do governo em setores fundamentais como saúde e educação.
Mais uma dica
Do governador: reuni os secretários, determinei a todos que reduzissem os gastos em seus setores. Na Secretaria da Habitação, na CDHU, o governo está conseguindo obter uma economia de mais de 16 milhões de reais. E como isso foi possível? Racionalidade em várias áreas, mas mantendo a qualidade dos serviços. Desde a extinção de diretorias até a não renovação de contratos de terceirização. Incluindo a redução de gastos de aluguel. Aluguel, prefeito! Aluguel!
Brasil igual à Suécia
O Lula já conseguiu um fato inédito. O Brasil já está quase igual à Suécia. É! Viva o Lula. Azar dos brasileiros. A vergonhosa conquista é o total de impostos que um cidadão paga no país. A diferença é que na Suécia o povo sabe, vê e usufrui dos impostos. Já por aqui...
Sara Vaughn
Gosto especialmente de Jazz. Durante os vinte dias que fiquei em Catanduva, peguei os três CD que tenho desta fabulosa intérprete cantando músicas brasileiras. Fiquei ainda mais emocionado ouvindo e sabendo que a qualidade dos nossos compositores é para exportação.
Orestes Alves Correa
Lembram do locutor do Sistema de Alto-falante das Praças da República e 9 de Julho? Pois é, hoje, ele tem 71 anos e reside em Poços de Calda, onde é proprietário de uma retífica. Leu um artigo meu no jornal de lá e telefonou. Sente saudades e manda um abraço aos catanduvenses.
Notícia da Manhã
O que é dito em “OFF” não é para ser publicado. Pode-se usar, mas jamais citar a fonte, mesmo que seja o entrevistado. Quebrar essa regra é antiético, compromete a credibilidade (tão propagada) do jornal. Cuidado! Já sei de vários entrevistados que andam descontentes em falar a esse jornal.
Quero que o colesterol me mate
O colesterol, grande bandido da atualidade, tem uma curiosa função sexual: é o transportador dos hormônios sexuais testosterona e estrogênio. Assim, ter a taxa de colesterol abaixo do recomendado provoca baixo nível de hormônios circulando e, conseqüentemente, baixo apetite sexual. Isso, panacão, coma só verdurinhas! Mama mia! Um bife cheio de gordura, urgente! Nada de margarina, eu quero é pão com manteiga, muita manteiga (para o estômago)!
Gordinhos sensuais
Contudo, se você está gordinho, não fique contente, excesso de peso é tão ruim quanto a escassez. A impotência é mais freqüente entre os homens barrigudinhos (como os norte-americanos simpaticamente chamam a barriguinha de cerveja de “beer belly”, lindo não?) bem como as gordinhas têm mais dificuldade para conceber. Ademais, os gordos têm maior propensão a ter pressão alta e diabetes. E todo mundo sabe que os homens precisam de sangue fluindo vigorosamente?
Beber faz bem
Duas doses de bebidas alcoólicas por dia podem reduzir em quase 30% o risco do caso mais comum de derrame cerebral, o derrame isquêmico, 80% do total. Com 12 gramas de álcool (uma dose) reduz o risco em 20%, e de 12 a 24 g, 28%. Entretanto, tomar cinco ou mais doses (60 g) por dia pode reverter esta situação e agravar o risco de derrame em cerca de 70%, segundo um estudo da Universidade Tulane. Ainda bem que deixei de ser abstêmio! Mas “beer belly” não!
IPTU do Sarrão
Como a vereadora Osânia gosta de pronunciar o nome do prefeito parece fazer sentido. Recebi meu IPTU de S.J. dos Campos. O mesmo valor. Em reais. Com 10% de desconto. Nas cidades que tenho verificado, idem! Só em Catanduva o imposto é corrigido pela inflação. Esse prefeito não tira o saho dos contribuintes. Tira um sahão mesmo! Só está faltando nos chamar de otários, em público.
Marcílio deu a dica
Quem não tem dinheiro para contratar advogado para questionar o IPTU pode procurar assistência jurídica gratuita. Basta ir na OAB, de terça à quinta-feira, antes das 12h, e pegar sua senha.
E por falar em Osânia
Parece incrível que essa professora, que domina com grande maestria nossa língua pátria, ao subir no púlpito, não fale coisa com coisa. No caso das “exposições de motivo”, ela discordou do Marcílio e, depois, repetiu a mesma queixa. Sem falar da gagueira, repasso a gravação diversas vezes para entender a idéia dela. O pior é vê-la tentando defender os Sahãos quando tudo mostra que ela está errada. A minha ingenuidade durou 6 anos, a dela durará quanto?
E Pindorama? Resolve ou não resolve?
O primeiro satélite brasileiro faz dez anos
O primeiro satélite brasileiro de coleta de dados (SCD-1), projetado e construído no Brasil pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), completa dez anos em órbita. Foi lançado em 9 de fevereiro de 1993. E ainda está funcionando.
A sobrevivência do satélite chega a ser surpreendente. Ninguém imaginava tanto, um ano já seria suficiente. Ainda mais que a conquista do espaço de qualquer país é repleta de fracassos. Ainda hoje, os Estados Unidos da América amargam grandes perdas de recursos e vidas humanas. No Brasil, as perdas ainda são insignificantes diante dos sucessos.
O SCD-1 foi projetado, principalmente, para provar a capacitação tecnológica do país na área espacial, ou seja, competência para construir um satélite, e, como vemos, o SCD-1 está mostrando isso com sucesso absoluto. Foi construído para funcionar por seis meses.
O SCD-1 é um satélite de 1,45 m de altura por 1 de diâmetro, pesa 115 kg e é estabilizado por rotação como um pião que fica em pé enquanto gira (no lançamento era de 120 rpm e hoje caiu para 48 rpm).
Desde que foi aprovado pelo Governo Federal, em 1979, o desenvolvimento do satélite passou por diversos problemas: inexperiência das equipes, perda de pessoal em razão dos baixos salários e falta de perspectivas profissionais, falta de verbas e indefinições da instituição. Apesar disso, o satélite foi concluído em 1989, graças ao esforço e, por que não dizer, competência dos que permaneceram.
Treze anos depois, foi assinado o contrato com a empresa norte-americana Orbital Sciences Corporation (OSC), em 20/08/92, para o lançamento do SCD-1 com o foguete Pegasus. Esse foguete inovou o modo de lançar satélites: carregando o foguete na asa de um avião B-52 (ou qualquer outro grande jato) e disparando-o a uma altura de 13 km.
Originalmente planejado para ser lançado por um foguete brasileiro, a nova situação gerou a necessidade de um equipamento de testes portátil para acompanhar o satélite durante a campanha de lançamento.
Esse equipamento foi projetado e construído rapidamente por uma equipe reduzida e a um custo ínfimo, se comparado com os importados pelo INPE. Quase ninguém acreditava no sucesso da equipe. Tive a sorte de ser escolhido pelo Dr. Carlos Eduardo Santana, gerente do programa, para desenvolver o software desse equipamento.
O equipamento obteve um resultado surpreendente a ponto de ser instalado no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), sendo o primeiro sistema a monitorar e controlar o SCD-1 em órbita e eu o primeiro brasileiro a controlar o satélite.
O SCD-1 foi desenvolvido para colher dados meteorológicos, mas já despertou interesse para outros usos. Funciona como um repetidor, as Plataformas de Coleta de Dados espalhadas pelo território nacional, transmitem suas informações (medidas de gás carbônico, ozônio, marés, umidade, pressão, temperatura, etc.) para o satélite que as retransmite para as Estações Terrenas de Cuiabá e Alcântara.
No ano do lançamento eram 20 PCD, atualmente, o Sistema Nacional de Coleta de Dados conta com mais de 400 PCD instaladas em território brasileiro, com algumas também em países vizinhos. Entre os principais usuários do Sistema de Coleta de Dados estão a ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica - no monitoramento das bacias hidrográficas do país e o próprio INPE, através do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos no uso de dados meteorológicos para a previsão de tempo.
O SCD-1 comprovou a capacitação tecnológica do país na área espacial, ou seja, mostrou a competência dos especialistas brasileiros para construir um satélite. Isso é importante para o
O Brasil, por ser um país continental, necessita do emprego de satélite no controle ambiental, navegação, localização de transportes, agricultura e planejamento urbano e regional. Para ser livre, um país deve investir em tecnologias de ponta. E o INPE destaca-se entre as instituições que contribuem para a soberania e independência tecnológica do Brasil.
Dez anos no espaço
O primeiro satélite brasileiro de coleta de dados (SCD-1), projetado e construído no Brasil pelo INPE, com participação de diversas empresas, foi lançado em 9 de fevereiro de 1993. E ainda está funcionando. A história desse satélite é interessante, porém já pode ser vista em vários lugares (vide www.inpe.br). Vou contar uma história paralela ao desenvolvimento desse satélite e que reflete bem o espírito de alguns cientistas brasileiros.
Para se testar os satélites, o INPE adquiriu diversos equipamentos. Caríssimos. Durante os testes do SCD-1, iniciava-se o desenvolvimento do CBERS, satélite de sensoriamento remoto feito juntamente com a China, soube que iriam comprar outro equipamento de testes a um custo de quinhentos mil dólares. Como eu desenvolvera o “software” do equipamento para testar o computador do satélite, observei que o equipamento para o satélite era um pouco mais complicado, porém poderia ser desenvolvido por nós mesmos.
Resolvi propor o desenvolvimento. Sabia que iria esbarrar em alguns grandes obstáculos. Primeiro, a compra de equipamentos caros rende viagens ao exterior para as equipes e, também, dólares em diárias. Todo mundo fica feliz.
Em segundo lugar, teríamos de convencer as chefias que tínhamos a competência para desenvolver tal sistema. E, terceiro, teria de convencer as equipes que, ao invés de receberem diárias em dólares, receberiam muito trabalho.
Surpreendentemente, os pesquisadores envolvidos ficaram muito interessados em desenvolver no Brasil tão caros equipamentos. E nem pensaram nos dólares e viagens perdidos. Porém, não foi possível convencer as chefias. Não acreditaram na competência da equipe. Também, estimávamos o custo em apenas dez mil dólares. Contra os quinhentos mil...
Porém, quando se montava o SCD-1, um problema ocorreu entre o receptor e o computador de bordo, o excesso de números zeros transmitidos ao computador fazia o receptor perder a comunicação (perda de sinal como os que vemos na TV). Tive um momento de lucidez e propuz uma solução por “software”.
Minha solução foi a mais simples. E a escolhida. Mas havia um problema, o equipamento de testes importado não era flexível o suficiente para resolver o problema. Então, desenvolvemos o equipamento, ao menos uma parte do que propuséramos.
Em 1992, o governo resolveu lançar o SCD-1, o foguete lançador escolhido foi o Pegasus, que é lançado de um avião. Isso trouxe um grande problema. Além de caro, o equipamento importado era muito grande, o que inviabilizava o teste no momento do lançamento.
Então, o gerente da missão, Carlos Santana, lembrou-se dessa história e resolveu desenvolver um equipamento para o satélite. Muita gente opôs-se à iniciativa. Fiquei responsável para desenvolver o “software”. Teria quatro meses para desenvolver o sistema. Iria corresponder à confiança do gerente nem que tivesse que trabalhar 24 horas por dia.
Mas não foi preciso. Optei por uma linguagem estruturada e bem definida, o Pascal, e pelo compilador com depurador de programas integrado, o Turbo. Por incrível que pareceu a alguns programadores, não fiz programa para tudo, por exemplo, editor de texto, usei os existentes para ganhar tempo. E em dois meses o programa de duas mil linhas já estava em operação.
O gerente gostou tanto do resultado que quis usar na Estação Terrena em Alcântara, Maranhão. E mais, quis implementar a transmissão dos dados do satélite para São José dos Campos por telefone. Na época, o INPE pagava caro por duas linhas exclusivas.
Como não foi possível lançar o satélite em dezembro de 1992, fui voluntário para ir à Alcântara. Vários pesquisadores não queriam ir devido as precárias condições da Base.
E no dia 9 de fevereiro tive a honra de receber as primeiras informações do satélite em órbita e de ser o primeiro brasileiro a comandá-lo. Nossa felicidade está registrada em uma foto no livro “O Brasil Chega ao Espaço, SCD-1 Satélite de Coleta de Dados” de Fabíola Oliveira.
Félix no Estadão
Este é o prefeito fashion do interior. Nunca vi um prefeito de Catanduva ou mesmo de toda a grande região ser escandalosamente exposto na Folha e no Estadão. Quem diria que o bom professor chegasse a ser tão famoso...
Se não leu o Estadão: http://www.estado.com.br/editorias/2002/12/01/cid025.html(clique aqui).
Artigos na internet
Convido-os a ver meus artigos publicados em diversos jornais do Brasil. Para ver clique aqui
Félix Na Folha de São Paulo
Gente! Que coisa triste ver nossa cidade no caderno Brasil, ocupando uma página
inteirinha. Falando que nossa amada cidadezinha é a primeira em alguma coisa? Não! Mostrando um lamaçal de denúncias
de uso da máquina em campanhas políticas e desvio de dinheiro dos cofres públicos catanduvenses. Isso é uma vergonha!
E para o PT!
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