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Doenças sexuamente transmissíveis
As fotografias abaixo foram extraídas do guia do Ministério da Saúde e referem-se às doenças sexuais mais comuns.
Algumas doenças não têm cura e, portanto, exigem especial atenção, cautela, cuidado e profilaxia. Em certo caso, abstinência. Não seja tolo, conheça, previna-se e avise os amigos deste site.
Não mostramos os efeitos do HIV, vírus da AIDS, porque não tem uma aparência definida, apenas as conseqüências que conhecemos, ou seja, destruição das defesas e não tem cura.
HPV
O vírus do papiloma humano, mais conhecido como condiloma, não tem cura, aparecem
como verrugas. Causam câncer no colo do útero (98% dos casos) e no pênis (40% dos casos, credo!). DETALHE: CAMISINHA NÃO
PROTEGE! O HPV ataca os testículos também. cerca de 80% dos casos, a doença é assintomática, ou seja, os homens não
apresentam verrugas ou qualquer outro sinal. O vírus pode ficar incubado por até duas décadas, sem apresentar
manifestação clínica.
Herpes Genital
O herpes é outra doença que não tem cura, causam feridas doloridas
Sífilis
Ferida única nos órgãos genitais. Pode afetar o cérebro, coração, ossos e pele, levar à loucura.
Cancro Mole
Feridas dolorosas e com pus
Corrimentos: gonorréia, clamídia e tracomoníase
São doenças que causam corrimento, dor e esterilidade, além de um visual horroroso.
E aí? Vai se relacionar sexualmente com qualquer um? Vida, é só uma!
Artigo: Existe sexo seguro?
Mario Eugenio Saturno
A propaganda oficial afirma que o uso de preservativos (camisinha) é um meio confiável para evitar a contaminação do HIV (AIDS), será? É o que promove o sexo seguro (ou safe sex). Será verdade?
Não! Não existe sexo seguro! E quem afirma não é a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) não, como supões alguns críticos desinformados, quem afirma é o órgão regulamentador do governo norte-americano FDA (U.S. Food and Drugs Administration), como pode ser visto no sítio www.fda.gov/oashi/aids/condom.html:
“The surest way to avoid these diseases is to not have sex altogether (abstinence). Another way is to limit sex to one partner who also limits his or her sex in the same way (monogamy). Condoms are not 100% safe.” Que traduzindo do inglês teríamos “o método mais seguro para se evitar estas doenças (sexualmente transmissíveis é não fazer sexo mesmo (abstinência). Uma outra maneira é limitar o sexo para um único parceiro que também faça o mesmo (monogamia).
E não precisava saber a tradução do inglês para perceber as palavras abstinência e monogamia. E é isso mesmo, a única maneira de se evitar as DST (doenças sexualmente transmissíveis) é evitar sexo mesmo. Sexo com pouco risco só monogâmico, ou seja, com a mesma pessoa. Porque a camisinha não é 100% segura. Isso é que é governo! Isso sim é que é orientação.
O FDA, no mesmo documento, propõe que se considere a camisinha como “less risky sex”, ou seja, “sexo de pouco risco”. E só! Qualquer outra afirmação é ignorância ou má-fé
E mais ainda, o FDA só aprova o lote de camisinha que apresenta até 4 camisinhas em cada mil que não passam em um teste de enchimento com água. Você sabia disso? Ou seja, um em cada 250 terão problemas com camisinha com defeito de fábrica. E encher de água garante alguma coisa?
Alguém deixaria um filho ou uma filha ir a uma excursão sabendo que um jovem de cada cinco ônibus irá certamente se expor a uma doença mortal?
E olha que nem estamos considerando a deterioração do látex ocasionada pelas condições de transporte e armazenagem, usar corretamente, a fricção e o calor gerado durante o ato sexual, etc. Andar com um preservativo na carteira, nem pensar! Por isso que as pesquisas indicam falhas nas camisinhas de até 30%, dependendo se forem pessoas casadas, homossexuais, relações promíscuas, ficando a média em uns 10% de falhas. O que é evidentemente excessivo. Em outras palavras, quem transa com um doente, também contrairá a doença em 2,5 anos, em média.
Por isso a propaganda para difundir o uso do preservativo favorece a proliferação da promiscuidade e, por outro, não evita devidamente a contaminação. Desta forma, em vez de se tornar um método inibidor da doença, torna-se, de fato, um método propagador da mesma.
Já a CNBB defende que “o Estado não pode instigar a um tipo de educação sexual sem abrir opções aos pais para que possam escolher, com liberdade, entre uma solução ou outra”. E mais, “A CNBB sente a urgência de um verdadeiro plano de educação afetiva e sexual. A vida sexual não pode ser banalizada. A vivência da sexualidade é uma das expressões do amor. Requer afetividade, doação, responsabilidade e fidelidade. A relação sexual encontra no matrimônio sua verdadeira e plena expressão”
“A educação afetiva e sexual é tarefa que compete primordialmente aos pais. O ambiente familiar é o lugar natural para transmitir valores, para promover a dignidade da mulher e do homem e do verdadeiro significado dessa relação afetiva e sexual.
Para os homossexuais, o FDA deixa o seguinte recado: "Condoms provide some protection, but anal intercouse is simply too dangerous to practice", isto é, “a camisinha (condom) oferece alguma proteção, porém o sexo anal é simplesmente muito perigoso para se praticar”. É isso aí! Não tem preconceito de Igreja, CNBB...
E já que foi a CNBB quem resolveu denunciar à sociedade essa falta de transparência então que os Padres e líderes leigos católicos assumam sua função de profeta e anunciem a verdade dos fatos.
Mario Eugenio Saturno é Tecnologista Sênior da Divisão de Sistemas Espaciais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Professor do Instituto Municipal de Ensino Superior de Catanduva (www.fafica.br) e congregado mariano.
Artigo: Sexo oral transmite Aids
Mario Eugenio Saturno
Ser virgem não significa nada, segundo uma pesquisa feita pelas universidades de Columbia e Yale e publicada no Journal of Adolescent Health, nos Estados Unidos, 88% dos que prometem guardar a virgindade têm uma vida sexual ativa embora sem a penetração vaginal. E homens e mulheres têm seis vezes mais chances de fazer sexo oral do que os não-virgens.
A pesquisa, também descobriu que o uso de camisinha entre os “virgens” durante o sexo anal é muito baixo. E para o sexo oral é quase inexistente. E, ainda, os virgens tendem a não usar camisinha na primeira vez em que fazem sexo. Esse comportamento de risco dos virgens explica as taxas mais altas de doenças sexualmente transmissíveis (DST) do que o esperado para este grupo.
Além disso, os virgens demoram a buscar socorro médico quando ficam doentes, permanecendo infectados por DST mais tempo que os outros.
E, para agravar, outra pesquisa da Universidade da Califórnia em Los Angeles publicada no American Journal of Human Behaviour mostrou que adolescentes contaminados com o vírus da AIDS, o HIV, em 1999 e 2000, tiveram duas vezes mais propensão a fazer sexo sem preservativos nos últimos três meses quando comparados com um estudo feito entre 1994 e 1996 com contaminados com HIV. E, em média, estes jovens tiveram quase o dobro de parceiros sexuais que os do outro grupo além de estarem mais sujeitos a terem feito sexo com alguém que usava drogas injetáveis.
A primeira pesquisa estudou 349 adolescentes contaminados com HIV e foi feita entre 1994 e 1996. A segunda, contou com 175 jovens durante os anos de 1999 e 2000. Os voluntários, em ambos os casos, vieram de Los Angeles, São Francisco, Nova York e Miami e traziam características étnicas e sócio-econômicas similares.
A pesquisa também sugere que as vidas de muitos adolescentes contaminados com o HIV não melhoraram com a disponibilidade do novo tratamento. Ou seja, o “coquetel” criou uma ilusão de cura e isso contribui para se contaminar pessoas sadias.
Um estudo feito pelo Public Health Laboratory Service do governo britânico sugere que o sexo oral pode ter causado até 8% dos casos de contaminação por HIV, além de outras como a sífilis e a gonorréia.
Outra pesquisa, da Universidade Johns Hopkins e publicada na revista New Scientist, encontrou HPV (vírus do papiloma humana) em pacientes com tumores bucais que afeta uma em cada 10 mil pessoas. O HPV é uma doença sexual que causa a maior parte dos tipos cervicais de câncer e pode ser o responsável pelos tumores bucais.
O HPV, mais conhecido como condiloma ou crista de galo, não tem cura, aparece como verrugas. Causam câncer no colo do útero (em 98% dos casos) e no pênis (40%). E tem um detalhe: a camisinha não protege sempre porque o HPV ataca os testículos também.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até um quinto das mulheres entre 18 e 22 anos na Grã-Bretanha tenham algum tipo de HPV.
Em cerca de 80% dos casos, a doença é assintomática, ou seja, os homens não apresentam verrugas ou qualquer outro sinal. O vírus pode ficar incubado por até duas décadas, sem apresentar manifestação clínica.
Assim, urge que pais e professores tomem ciência do problema e eduquem as crianças sob sua responsabilidade dos perigos do sexo sem responsabilidade. E que toda a população cobre dos governantes uma política mais responsável.
Mario Eugenio Saturno é Tecnologista Sênior da Divisão de Sistemas Espaciais do Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Professor do Instituto Municipal de Ensino Superior de Catanduva
(www.fafica.br) e congregado mariano. (Email: mariosaturno@uol.com.br)
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