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ESPECIAL FELICIDADE
Versos e artigos para você meditar e mudar sua vida. Veja nos versos se descobre a charada, se descobrir mande um email contando o que descobriu.
Versos I
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Não ser rico, nem ser pobre,
Bom caráter fá-lo nobre.
Nem riqueza, nem pobreza
É a causa da tristeza.
E não é a mesa farta
A causa da alegria,
Antes, é o que enfarta,
Mata gente todo dia.
E quem tem o copo cheio,
Não é um homem, é só meio,
Vive escravo da bebida,
Desperdiça sua vida.
E quem busca só prazer
Não tem um ato saudável,
Nunca será bom lazer
Se não for confiável.
O nervoso é culpado
Por viver sempre agitado,
Só faz subir a pressão,
Prejudica o coração.
Quem sonha para viver
Não passa o tempo a sonhar,
Procura o que fazer,
O sonho realizar.
De que vale ser bonito
Se o semblante estiver triste.
E neste verso recito:
Não, dor maior não existe.
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Versos II
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Viver uma vida boa
É natural a quem doa
Seu tempo ao semelhante,
Na terra o céu garante.
Sábio quem tem um amigo,
Alguém sincero e fiel.
Que esteja sempre contigo,
Cumpra bem o seu papel.
Vida boa é uma vida feliz
É esse poema que diz:
Encontrar a felicidade
Não depende da idade.
Feliz quem tem um amor.
Grande valor tem tal bem.
É prazer que afasta a dor.
Não é vida viver sem.
É preciso encontrar
Quem nos possa encantar,
Revirar toda essência,
Adoçar nossa existência.
É bom viver a paixão,
Trocar olhares ardentes,
Como fogo de vulcão,
Ferve mais o sangue quente.
É do olhar que seduz,
Encharca os lábios de mel,
É tentação que conduz
Ao paraíso e ao céu.
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Emoções para bem viver
Vivemos em uma época em que não podemos evitar experimentar emoções negativas. São até úteis, porém, quando prolongada ou em contexto impróprio podem disparar graves problemas para o indivíduo e para a sociedade. O medo e a ansiedade alimentam fobias e junto com o estresse crônico podem comprometer o sistema imune. A tristeza e o pesar severos também conduzem à perda de produtividade e ao suicídio. A raiva está associada às doenças cardíacas (mostrada por J.C. Barefoot, W.G. Dahlstrom, e R.B. Williams Jr.), alguns tipos de câncer (H.J.Eysenck), a agressão e violência, particularmente em rapazes e homens (D.M. Buss).
Os cientistas têm se preocupado com as emoções negativas e como prever e tratar as doenças e sofrimentos gerados por elas. Porém, agora, a pesquisadora Barbara Fredrickson (blf@umich.edu) da Universidade de Michigan mostra uma nova visão: utilizar as emoções positivas, como a alegria, o interesse e a satisfação, para prevenir ou resolver os problemas das emoções negativas (http://journals.apa.org/prevention/volume3/pre0030001a.html).
Ainda há uma variedade de definições para emoção, o consenso é que a emoção é uma resposta intensa e breve a algum evento que provoca uma mudança psicológica e da expressão facial. Diferem do humor, pois o humor independe de um objeto. A emoção é associada a uma específica tendência à ação. Por exemplo, o medo é motivador da fuga, a raiva ao ataque, a náusea ao vômito. Assim, as emoções estão relacionadas às necessidades evolutivas de sobreviver.
E estreitar o pensamento ajuda a agir rapidamente. Ao que parece, enquanto que as emoções negativas conduzem necessariamente a uma ação física, as positivas conduzem a ações de pensamento.
A alegria aparece em contextos avaliados como seguros e familiares ou pela realização de algum objetivo, motiva a brincar, a ser divertido, também física, social (amizade), intelectual e artisticamente. Não podemos esquecer da imaginação, que envolve exploração e invenção. E relacionado a alegria ainda temos o riso e o entretenimento.
O interesse e seus estados emocionais relacionados (curiosidade, o maravilhar-se) aparecem em contextos seguros, que ofereçam novidades, curiosidades, oportunidades, desafios, ou mistério. O interesse constrói na pessoa um acervo de conhecimento e de habilidades cognitivas.
A satisfação e outras emoções relacionadas (serenidade, tranqüilidade e alívio) aparecem em situações de segurança e que tenham um alto grau de certeza e baixo grau de esforço. É diferente dos prazeres que encontram as necessidades corpóreas, como de uma boa refeição. Envolve completa consciência, receptividade, integração e percepção.
A Dra. Barbara Fredrickson observou que essas emoções positivas têm a habilidade única de reduzir a pulsação do coração resultado da ansiedade e do medo. Pessoas que sorriem durante um filme triste experimentam uma recuperação cardiovascular mais rápida que aquelas que não sorriem. Sorrir afeta o coração (da amada também).
As emoções negativas estreitam o pensamento, as positivas ampliam-no, criando uma espiral crescente que dá ao indivíduo resistência, flexibilidade e bem-estar. Além de ser mais duradouro, também elevam o nível de dopamina.
O estudo de casais infelizes revela que sua interação é previsível e rígida. Em suma, têm um relacionamento chato. Os casais felizes, ao contrário, interagem de maneira imprevisível e acumulam um excedente de sentimentos positivos em relação ao cônjuge. Isso reprime a agressividade quando entram em conflito.
Para se obter as emoções positivas diversas técnicas foram testadas e aprovadas. O relaxamento, aqui incluímos a meditação e Yoga, é eficiente até mesmo para combater dor de cabeça e hipertensão. A técnica da imagem consiste em imaginar uma paisagem tranqüila e, atualmente, um triunfo da infância ou uma boa experiência recente. Outra técnica eficiente consiste em achar um ponto positivo no que acontece, tal qual faz a religião que sempre encontra um ponto de vista consolador.
Essa tese não agradou? Pois ela foi escolhida a melhor pela Associação Psicológica dos Estados Unidos e a Dra. Fredrickson ganhou US$ 100.000,00 de prêmio.
Nada como um bom número para mostrar que se deve ter maturidade para mudar a atitude diante dos problemas e que para viver bem é preciso ter amizades e no casamento é preciso amor, sexo e um pouco de bom senso, qualidades que qualquer ser racional possui. E também paixão, para colorir a vida, certo?
Felicidade
Felicidade! É o que todos querem. Dizem alguns cientistas que faz parte de nossa evolução e que a felicidade seja uma forma de recompensa para tudo o que fazemos que contribua para nossa sobrevivência (comer, beber, dormir) ou de nossa espécie (sexo, cuidar dos filhos). Seja como for, fazemos qualquer coisa para ficarmos felizes: mandamos flores e cartões para quem amamos, presenteamos nossos filhos, fazemos cursos de aperfeiçoamento profissional, etc.
Para estes cientistas, a felicidade é um hábito que pode ser cultivado, desempenhando atividades importantes para si: trabalho, relacionamentos, lazer e estudo. Bem como, acreditam que sem depressão e mau humor não seríamos capazes de reconhecer a felicidade em si.
Outros acreditam que a origem da felicidade está nos genes, ou seja, as pessoas felizes já nascem para serem felizes, todos os processos cerebrais que controlam a felicidade e a habilidade de uma pessoa sentir-se bem está pré-determinada no gene.
O Surgeon General publicou um relatório mostrando que 7,1% dos norte-americanos entre 18 e 54 anos sofrem de alguma desordem do humor. Alguns especialistas consideram alarmante e recomendaram a esses norte-americanos que procurem tratamento psiquiátrico e terapêutico.
Porém, os psiquiatras “evolucionistas” acreditam que as emoções são o produto de milhões de anos de seleção natural e os mau humores não são necessariamente defeitos que precisam ser corrigidos. Argumentam que ainda não conhecemos o suficiente sobre o humor para alterá-lo com remédios.
Assim, para eles, as emoções, sejam elas positivas ou negativas, existem para nos fazer coisas para os nossos genes. Portanto, ao manipular... E, hoje, o consumo de Prozac e Zolof mais que dobrou desde 1995. Contudo, os problemas com o humor, mesmo a depressão profunda, são mecanismos de alerta, que como outros, nos forçam a cuidar do corpo. Seria uma proteção, que nos induz a ter comportamentos que reduzem ferimentos piores no futuro.
Em 1998, o psicólogo da Universidade da Pensilvânia e presidente da Associação Americana de Psicologia, professor Martin Seligman, desenvolveu a psicologia positiva. Para ele, deve-se ensinar as pessoas, jovens em especial, a serem alegres e otimistas desenvolvendo sua força de caráter ao invés de analisar as suas fraquezas.
A psicologia positiva destina-se àqueles que não querem desperdiçar anos tomando Prozac ou no divã de um terapeuta, e tem uma solução idealizada por Aristóteles 2350 anos atrás: desenvolver atividades cívicas, uma vida espiritual e social. A pesquisa do Dr. Seligan, desenvolvida durante 30 anos, mostra que os otimistas minimizam seus infortúnios enquanto que os pessimistas culpam-se pelos incidentes e, por outro lado, atribuem à sorte os bons eventos.
Os otimistas acreditam que as boas coisas durarão muito tempo e que terão benefícios de tudo o que fazem e acreditam que as más coisas são isoladas, não durarão muito e não afetarão sua vida. Os pessimistas... Não é preciso dizer, certo? Todo mundo conhece um montão (no bom sentido) de pessimistas. Assim, de acordo com essa pesquisa, basta desenvolver pensamentos e atitudes otimistas para se viver melhor.
Para corroborar essa tese, os cientistas da Universidade de Michigan, pesquisando os aposentados verificaram que os mais felizes eram aqueles que têm amigos. E olha que levaram em conta a renda, saúde, morte de cônjuge, etc. Assim, valorizar as amizades é essencial para a sobrevida após a aposentadoria.
Outra pesquisa realizada na Mayo Clinic comprovou que os otimistas vivem mais que os pessimistas, cerca de doze anos a mais. O pior é que os pessimistas, além de viverem menos, sofrem mais. A pesquisa analisou pessoas com o perfil a partir de 1962.
Ser feliz depende mais de você que dos outros, plante que Deus garante! E comece pela própria casa, pelas pessoas que ama. Aliás, dizer que ama já alegra o coração do amado. Felicidade, alegria, otimismo, longevidade, alguém quer?
Amor e Felicidade
Os pesquisadores Andrew Oswald da Universidade de Warwick e David Blanchflower do Dartmouth College realizaram uma pesquisa para medir a satisfação e felicidade das pessoas na Europa e nos Estados Unidos. O estudo foi realizado com cem mil pessoas que deveriam avaliar sua felicidade.
O estudo constatou que as pessoas solitárias são mais infelizes. Enquanto que os casados são mais felizes. É isso, o casamento é um investimento para a construção da felicidade, deve ser bem conduzido.
Também são mais felizes aqueles que têm os pais casados do que os que têm os pais divorciados. O divórcio gera infelicidade para os rebentos.
Os pesquisadores descobriram que divorciar, separar ou ficar viúvo torna a pessoa mais infeliz do que aquela que perde o emprego. Perder emprego é ruim, perder o amor é péssimo.
As mulheres são mais felizes que os homens. Quando os homens dizem que as mulheres são gostosas, não querem dizer que são apenas belas e atraentes mas também que são agradáveis companhias.
Os quem têm maior educação formal (escola) são mais felizes que os que estudaram menos. Viu como estudar é importante?
As mulheres casadas são mais felizes que as que vivem junto, que por sua vez, são mais felizes que as solitárias. É isso aí mocinha, querer casar é o caminho da felicidade e de véu e grinalda, viver junto não e se quiser casar não entregue o “ouro”.
Os jovens e os velhos são mais felizes que os adultos. Será que o peso da responsabilidade torna as pessoas infelizes?
Já os estudos do cientista Michael Argyle da Universidade de Oxford mostraram que as pessoas da classe média são tão felizes quanto os milionários.
O cientista observou que o lazer desempenha um papel fundamental na felicidade das pessoas. Assim, deve-se dar a devida atenção para essas atividades. Também gera muita felicidade ir à Igreja, os não-religiosos são mais infelizes.
Um estudo de Argyle mostrou que gera grande infelicidade ter um caso extraconjugal, assistir muita televisão e ser muito pobre.
Martin Seligman da Universidade da Pennsylvania desenvolveu a psicologia positiva. Seligman observou que enquanto a psicologia ignorava a virtude, os filósofos e as religiões não. Embora variem nos detalhes, todos concordam com seis virtudes: sabedoria e conhecimento, coragem ou fortaleza, temperança, justiça, amor, espiritualidade.
E cada uma dessas virtudes pode ser dividida em forças de caráter que nos conduzem à felicidade. Por exemplo, a sabedoria pode ser decomposta em curiosidade, vontade de aprender, perspectiva. O amor é composto da bondade, generosidade, polidez e capacidade de amar e ser amado. Outras forças incluem o pensamento crítico, a perseverança, o auto-controle, a prudência, a gratidão
Para completar, a pesquisa da cientista Sandra Murray da Universidade Estadual de Nova Iorque observou que os casais mais felizes não são aqueles que têm uma visão realista dos seus cônjuges mas aqueles que mantêm o encantamento.
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Meus alunos
E por falar em crianças, um abraço aos meus alunos. Aos que vão se formar muito sucesso
e contem comigo. Aos que estão em aula, vamos estudar, não é porque eu os considero bons alunos e boas alunas que eu vou
deixar de carcar notas baixas.
Revista Scarium
Que legal! Estreei na revista Scarium e o meu artigo sobre o Pe. Landell fez um
grande sucesso. Agradeço ao cineasta André Carneiro, um dos poucos brasileiros conhecidos no exterior, e também escritor de
ficção científica e poeta, os elogios dispensados.
Regras políticas
1) Busque sempre o diálogo e a negociação, só os tolos querem um conflito.
2) Evite conflitos, sempre que depender de você, não há vencedores em uma guerra. Mas quando entrar
em uma, lute como jamais lutou para que sirva de exemplo.
3) Jamais subestime seus oponentes, no limite as pessoas são desconhecidas.
4) Não seja arrogante, todos torcerão pela sua queda.
5) Livre-se dos bajuladores, eles vêem uma força que você não tem.
Artigos na internet
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Jornais
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