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Sexo é importante?
Há alguns meses, foi divulgada uma pesquisa norte-americana patrocinada pela Universidade de Colúmbia e o Instituto Nacional de Saúde, realizada entre 500 adultos, mostrando que 82% consideram uma vida sexual satisfatória como importante ou muito importante. Porém, não foi considerada a mais importante. Em primeiro lugar veio o relacionamento familiar com a marca de 99%, ou seja o amor familiar esta mais do que nunca entre as coisas importantes para os americanos.
Em segundo lugar, com 98% vem a segurança financeira e em terceiro, com 86%, vem a religião. Finalmente, em terceiro, com 82%, vem o sexo, à frente da satisfação no trabalho que atingiu somente 79%. De qualquer forma, ainda vemos que muita gente julga importante ter satisfação no trabalho.
Isso tudo tem coerência, como vimos em outras pesquisas, os casados têm uma vida sexual mais ativa que os não-casados, assim não é estranho que se deseje uma vida familiar satisfatória e bastante amorosa. E, como já estamos cansados de saber, os problemas mais comuns do casamento estão relacionados ao dinheiro. À falta dele, claro!
A pesquisa mostrou que 94% dos entrevistados consideram que relações sexuais agradáveis melhora a qualidade de vida da pessoa, mesmo quando eles se tornam mais velhos. Se considerarmos as pesquisas já reveladas em artigos anteriores, concluímos que o casamento pode ser muito bom. Pode, viu? Depende de você! Quando um não quer, dois não brigam!
Outro dado curioso é que os problemas sexuais são freqüentes somente para 6% dos entrevistados, ocasionais para 16% e raros para 30%. Declararam nunca ter problemas nada menos que 46% (prováveis participantes do concurso Pinóquio! Ha! Ha! Ha!). Os 2% restantes não quiseram responder.
Entre os que admitem algum problema sexual, 47% concordam que a mulher torna-se a culpada com mais freqüência que o homem, contra 42% que discordam. Entre as mulheres, 57% pensam que as mulheres acabam recebendo a culpa pelo problema sexual enquanto 37% dos homens admitem que as mulheres acabam sendo mais acusadas que os homens. É a velha história: quem bate esquece rápido, quem apanha nunca! Que os homens façam uma auto-análise!
O mais assustador é constatar que as pessoas são preocupadas em falar com o seu médico. Nada menos que 66% acreditam que não há tratamento para o seu problema, 71% temem que o médico diga que o problema está na cabeça do paciente (81% entre as mulheres e 60% entre os homens) e 68% imaginam que o médico ficará embaraçado em falar sobre o problema.
Com o envelhecimento da população e o permanente interesse sexual, os pesquisadores acreditam que se deva ter uma campanha educacional sobre como encontrar ajuda para resolver problemas sexuais. Em uma cultura machista, é preciso ser muito macho para encarar e admitir algum problema, condição necessária para resolver. Afinal, vale a pena, ok?
E para os machões e hedonistas, que como já vimos em outros artigos, são os que têm um desempenho pobre, fica o alerta dos próprios entrevistados, 91% acreditam que a depressão, os casos extraconjugais e o divórcio são todos causados por uma vida sexual insatisfatória. E 93% pensam que os problemas sexuais podem causar o estresse emocional. É isso aí, queimar energia para sentir-se cada vez melhor...
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