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Galeria de fotos Diário de Bordo
Quando se descobre algo bom, não se consegue explicar com palavras e traduzir o sentimento. Baseado na experiência de minha viagem anterior, não farei uma apologia à Califórnia somente com palavras, mas tentarei mostrar algumas imagens que possam ilustrar o que precisamos melhorar no Brasil.
Este é o carro que aluguei ao chegar no Aeroporto Internacional de Los Angeles, é um Dodge, um doginho que, pode não parecer, mas é o mais barato. É um carro compacto, deve custar em torno de US$ 8.000,00, tem câmbio automático, direção hidráulica, ar condicionado frio e quente e outras "frescurites".
Esta é a Igreja de São José onde frequentei a Missa
As missas são rezadas em espanhol e inglês. Um fato curioso é que os fiéis bebem o vinho do cálice do padre. Não me pareceu um hábito muito saudável, mas como quem entra na chuva é para se molhar...
Esta é a TRW onde o Satélite AQUA está sendo testado
Este é o prédio M2 da TRW onde fica o escritório do INPE e dos respónsáveis pelos outros instrumentos.
Olha eu aí fazendo pose no escritório do INPE.
Este é o HSB, instrumento que o Brasil forneceu para o satélite AQUA, a um custo de US$ 12 milhões
Este é o satélite AQUA, de US$ 1 bilhão (dá para imaginar?). Não, não dá! Ficar ao lado dele é indescritível, sorry! Nesta fase de testes, o satélite fica na TRW. Depois segue para a Base da Aeronáutica Vanderberg, próximo a Santa Barbara, onde será montado em um foguete Delta.
Esta é a equipe que tem acompanhado o HSB desde o início, Vicente Damasceno e Ivan Tosetto
O pessoal da TRW tem bom senso de humor. Ao tirar a foto para o crachá, o funcionário coloca sobre a máquina fotográfica um bug (grilo) sorridente, é impossível ficar sério. As normas de segurança são muito rígidas. Meu crachá magnético só abre a porta do prédio onde fica o nosso escritório (do INPE) e mesmo assim, para entrar no escritório, após caminhar por corredores (parece um labirinto) temos que digitar senha na porta, igual nos filmes. E para entrar na sala de controle, próximo ao satélite, somente escoltado por um segurança armado. Fotos, nem pensar.
Este é um restaurante brasileiro. Como sempre, comer não é problema para mim. Temos muita variedade de comida, porém evitei as muito exóticas, tinho muito pouco tempo e não quiz arriscar a ficar doente.
Apesar das dificuldades o mais dificil foi concluido.
Na segunda-feira, instalamos o sistema e, claro, não funcionou.
Como não havia um manual de como configurar a rede, tivemos
problemas para estabelecer qual a configuração correta.
Na terça-feira, chamaram o expert da rede, Scott Gobe, que nos
orientou a configurar a rede da TRW. Porém o software não
funcionou, claro! Não tinha idéia da solução mas já tinha idéia do
problema, até dormi tranqüilo à noite.
Como a Spec não informava como funcionava a comunicação e o
que foi informado não estava correto, verifiquei como deveria
funcionar e implementei.
Na quarta-feira, executamos o programa durante alguns momentos
que disponibilizavam o equipamento (SDDU) para nós. O software
começou a funcionar bem (ufa!).
Utilizamos o laptop com o software no teste real do satélite
simulando falhas (SCIF) que fizeram.
Algumas melhorias foram solicitadas (sempre que vêem o que se
pode fazer querem mais), parte corrigidas aqui e outras serão no
Brasil.
Sucesso é assim: chance e preparo.
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